terça-feira, 13 de agosto de 2013

Trabalhar Faz Mal à Anca!



Cheguei a uma brilhante conclusão: trabalhar faz mal à anca!
Cinco mesinhos depois da minha filha ter nascido, estava toda contente: não só tinha perdido o peso que ganhei com a gravidez, como ainda tinha perdido uns quilinhos extra. Tipo juros, mas só que ao contrário.
Apenas um mês depois de ter voltado ao trabalho, adivinhem: recuperei os juros. Aaarrrrgggghhhh! O que tem o meu trabalho que faz tão mal à anca???
Baaahhhh. Vou afogar as mágoas num chococapuccino enquanto medito sobre isto.

domingo, 21 de julho de 2013

Memórias



Lembras-te daquela vez que fomos ao bar irlandês? A partir da meia noite parecia que já ninguém em segurava de olhos abertos, tinham sido muitas noites sem dormir, sem descansar convenientemente. E tu todo animado “anda lá, amor, sabemos lá quando é que conseguimos outra saída a dois!”
 Oh saída…
 Agora termos uns tempinhos a dois é extremamente raro; os nossos piolhitos ocupam-nos muito tempo. Mas vejo a tua tristeza, e não sei o que mais fazer para te dar a mão. Fazes o que podes, mas já não consegues esconder o que te arrasta. Só te vejo sorrir quando estás com os nossos meninos ao colo.
 Não te esqueças de nós, meu amor. Estamos aqui, para ti, por ti e contigo. Amo-te muito, meu amor.

segunda-feira, 15 de julho de 2013

Quanto mais as coisas mudam



Quanto mais as coisas mudam mais ficam na mesma. Para quê isto tudo? Não é melhor a frontalidade?

Cansada de tanta falsidade, já nem sei para que lado me virar para encontrar a honestidade. Quê, perderam-se todos a meio caminho entre algures e nenhures?

Com a minha provecta idade, seria de imaginar que pelo menos falassem a direito. Detesto que me tentem passar atestados, sobretudo, quando a pessoa em questão falha em todas as linhas.

Gostava de dizer "cresce e aparece" mas penso que esse seja um desejo vão...

quinta-feira, 11 de julho de 2013

Tomates



Esperar que te nasçam "cojones" para te impores e saires desse marasmo, é estar a pedir o impossível. Nitidamente o impossível! Quando é que deixas de ser um enconado?!

Não sei o que é pior, descobrir que se tem mais "cojones" do que aqueles que vieram anatomicamente equipados com eles, ou que alguns dos que nos rodeiam não passam de enconados.

'Tadinha, que 'tá com muitas dores! Conta com melhoras rápidas amanhã a partir das sete, e uma cura milagrosa para sábado!

segunda-feira, 10 de junho de 2013

Papa e os 4 Meses



A minha princesinha já fez 4 meses. Para além de ter olhado por cima do ombro, para ver se descobria para onde tinha ido o tempo, fui comprar-lhe uma papa para os 4 meses.

E depois - a primeira papa do bebé. A primeira refeição de colher da minha menina.

E uma barrigada de riso.

Comparações com o primogénito são inevitáveis. Quando acabei de dar a papa ao J., tinha papa até no cabelo porque a forma que a criancinha tinha de demonstrar o desagrado era cuspir. A I. não reagiu assim. A minha princesinha tentava mamar na colher, como é normal, e depois deitava fora com a língua. Delicadamente. O babete ficou imundo, mas a mãe estava bem limpinha.

Três quartos de hora depois, a bebé estava comida e a mãe tinha a vaga esperança que tivesse mais papa na barriga do que no babete. Fosse como fosse, dormiu três horitas seguidas, portanto mal não ficou.

Para onde foi o tempo? Ainda ontem bebia leite do peito, hoje já anda a papas.

C'um caneco!

quinta-feira, 6 de junho de 2013

O Adeus do Guerreiro



Hoje foi a enterrar um menino de 3 anos que ensinou muitos adultos a enfrentar as adversidades da vida. O menino tinha leucemia, mas de alguma forma sempre pensei que conseguiria ultrapassar a doença. A onda de solidariedade que se gerou à sua volta foi imensa, e se boas intenções o pudessem curar, aquele menino estaria hoje a brincar com o irmão, feliz e saudável.

Foste um vencedor, meu pequenino. Do início ao fim, enfrentaste sempre a doença com um sorriso e uma brincadeira. Deus, na Sua imensa sabedoria, escolheu levar-te para o pé Dele. O céu ganhou um anjo ontem, mas a Terra ficou mais pobre.

Confesso que sempre esperei por um milagre. A determinação era tanta que eu pensei sempre que irias ultrapassar a doença. A primeira coisa que fazia quando entrava no FB era tentar saber novas de ti.

Agora, estás finalmente em paz. Acabou-se a tua dor. Ficou a lição de vida que nos deixaste: com um sorriso, tudo é mais fácil.

É o descanso final. Foste sempre um guerreiro, e como tal nos deixaste.

Até sempre, meu pequenino.

Adeus, alcofinha!



E pronto, é oficial! Ainda ontem nasceste, minha pequenina, ainda ontem eras um pingente minúsculo, e hoje já estás demasiado grande para a tua alcofinha... Esta noite foi a primeira que passaste na caminha de grades, e a alcofa já parece abandonada sem ti.

Para onde foi o tempo? Ontem arrastava-me com uma pança enorme e a pensar seriamente em arranjar um carrinho de mão para ajudar a carregá-la, hoje já dormes num berço...

Xiça! Qualquer dia queres ir ao cinema!!!!!

Falando em emancipação feminina...